terça-feira, 14 de dezembro de 2010

ando sentindo saudade e não sei dizer quanto. quanto o espaço concede nesse tempo de deslocamento obstruído? e mesmo que eu diga, nunca parecerá pleno quanto sentir o cheiro no abraço, seguir a mesma linha de raciocínio, dividir da mesma garrafa, o mesmo cigarro. e não adianta falar, falar e falar, dissertando randomicamente sobre tudo que poderíamos ter feito nessa noite, e dos filmes que poderíamos ter visto, os sons que poderíamos ter feito, dos estáticos olhares a contar estrelas que poderíamos ter tido, o simples pensar que posso te ligar, já conforta meu querer te ver.

Nenhum comentário: