não gosto de memórias. apago-as todas com minha borracha de apagar pensamentos. naõ gosto de planos. só antecipam aquilo que não existe ainda. não vejo o que se passa. simplesmente atropelo fatos e sigo meu caminho só. e só.
não gosto de passados. eles passam sem ao menos pedir licença. não gosto de futuros, que nunca anunciam sua chegada. de presente, só gosto daqueles que enfeitam minha estante e adornam meus pulsos e pescoço.
e de você, jamais gostei. apenas amei com toda intensidade o conceito que carregas entre os cabelos levemente dourados.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
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