eu não vou parar de cuidar. vou servir o chá na cama. checo sua temperatura, vejo se o corpo aiinda funciona. checo batimentos cardíacos, inanimados instrumentos de imprecisão.
estou mole, você diz, com o dengo de uma criança no colo. te abraço com as mãos geladas sobre sua pele quente, desajeitado, com medo de te machucar ainda mais.
confiro seu termômetro, seu humor, seu bem estar, e volto para minha vida cibernética, que ainda naõ tem nenhum tipo de basctéria espirrenta.